
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Sinônimos = Antônimos.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Expectativas.

Sabe as expectativas? Pois é, eu DETESTO elas. Toda vez que as tenho, elas puxam meu tapete persa. E as tenho com bastante frequência, até nas coisas mais insignificantes. Quando vou espirrar, fico esperando o espirro ansiosamente, fazendo como se fosse o Pikachu dando o choque do trovão e dizendo: “Pika... Pika...Pika...TCHOOOO”. O TCHOOOOO é onde o espirro deveria estar. Mas ele não veio. E aí eu fico com aquela cara de fail.
Até mesmo quando estou voltando do colégio, e minha barriga tá roncando de fome. Quando percebo, acho legal e fico esperando o “ronco” pra eu poder imaginar um leão, e aí vou assistir Animal Planet dentro do meu cérebro. Mas a expectativa apertou o mute, e novamente eu faço minha cara de fail.
A minha teoria sobre a expectativa é a seguinte: Ela tem um cérebro. E do malignos. Ela é daquele tipo que tem prazer em ser do contra, que destesta correponder aos demais. Quanto mais a gente espera uma coisa, mais ela falha com a gente. E quando a gente espera uma coisa, mas sem focar muito, lá vem é WOW! Cara, eu não esperava isso, tava assistindo TV na hora!
É, tem algumas raras vezes que ela decide radicalizar conosco e nos dar o que queríamos, as vezes até mais cedo do que esperávamos. Mas isso não quer dizer que ela seja legal. Quer dizer que ela ainda gosta de uma boa surpresa. E eu até gosto de surpresas, sabe, exceto aquela de chegar em casa e ter um crocodilo na cozinha. Exceto um monte, ok.
A gente se sente tão retardado quando o que a gente ansiava não dá certo, é uma sensação de fracasso, de tipo “NADA PRA MIM DÁ CERTO”. Ficamos naquela tendência a molhar o pescoço com lágrimas, é triste. Mas aí lembramos de jogar Mario e ficamos feliz de novo, na expectativa de derrotar o chefão. E, se nos concentrarmos mais nas tartarugas, sem pensar muito no chefão que está próximo, chegaremos até ele. Percebeu isso? Nunca jogue Mario quando estiver nervoso. Você vai se irritar TANTO com aquela tartarugas.
Ou seja, temos que ter esperança sim, claro, óbvio. Mas não devemos dar muita atenção à expectativa, experiência própria, foram raras as vezes que eu consegui fazer o choque do trovão. Sem falar que quando maior a ansiedade, menores as unhas. E eu não gosto disso.
Mali Melo was here.
ps: Cecília está sorrindo com frequência pra mim, reconhece minha voz e conversa em bebezês. Ela adora dançar Shakira comigo. Segurar ela por muito tempo me dói o pulso. É, só pra dar notícias.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Prosopopeia
